Acabei de terminar individualmente o trabalho que deveria ser em grupo.
Só queria poder dizer na cara dos meus caros companheiros de grupo que eles são uns MERDAS!
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Ainda a incompetência do meu grupo
I never need to find time to read. When people say to me, ‘Oh, yeah, I love reading. I would love to read, but I just don’t have time,’ I’m thinking, ‘How can you not have time?’ I read when I’m drying my hair. I read in the bath. I read when I’m sitting in the bathroom. Pretty much anywhere I can do the job one-handed, I read.
J.K. Rowling
J.K. Rowling
Um vagabundo filha da puta (realmente desconfio do pudor da mãe dele) do meu grupo simplesmente disse que não tem tempo de ler as porcarias que devem ser lidas para apresentar o trabalho semana que vem. PORRA, é semana que vem!!!
Ele disse que trabalha, que não tem tempo... blábláblá. Pra mim isso é irresponsabilidade e vagabundagem. E o que é pior: ele trabalha em dias alternados! Caralho, eu trabalhei ano passado e metade desse ano, contudo nunca deixei de estudar e cumprir com minhas obrigações acadêmicas!
Como alguém pode não ter tempo? Custa ler no ônibus, na hora do intervalo na escola, no horário de almoço, enquanto estiver cagando, em suma: quando estiver com uma mão desocupada?
Não tem tempo, mas quem é vivo sempre aparece no facebook! Aposto que aquele merda fica jogando videogame nos dias de folga.
Não sei do meu futuro nem do deles, não devo "cuspir pra cima" (como diz mamãe), mas eles não vão ser nada na vida se continuarem desse jeito. E eu nem me importo mais com isso: fodam-se!
Agora ao invés de dormir, vou fazer resuminho pra esses incompetentes. Ter que cuidar de marmanjo de 20 anos é fogo! Espero que estudem o que eu produzir agora.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
∆S
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope
Drummond
Hoje senti uma necessidade enorme de abandonar tudo. Sinto-me completamente desajustada, desnecessária e, diria até, um incômodo para o meio onde vivo.
Estou cercada por uma cambada de filha da puta que atrapalha minha sesta, minhas tardes de estudos, minha sanidade. Não quero ver mais essa gente feia, não quero ver esses ignorantes, queria viver num lugar de gente fina, elegante e sincera. Será que no Canadá as pessoas ouvem música de mal gosto no último volume e falam alto o dia inteiro?
Não consigo parar de pensar no Canadá... será que toda aquela perfeição que se promove é verdade?
Se pelo menos eu tivesse dinheiro para comprar um sítio bem isolado aqui mesmo...
No entanto, é duro largar tudo que construí aqui durante esses vinte anos. Os quadros na parede, cada livro na estante, esses bibelôs e lembrancinhas que recebi dos amigos. As árvores da minha rua, a Serra da Mantiqueira lá longe...
Então, as pessoas não poderiam simplesmente aprender a ser educadas? Ou, quem sabe, morrer?
Enquanto isso, estudo para o vestibular. Quem sabe noutra cidade próxima eu tenha mais sorte.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Pensamentos muito maus
Tenho vontade de cortar as jugulares desse puto que instala som em carros ao lado de minha casa. Além das jugulares, tenho vontade de cortar muitas outras veias e observar todo aquele sangue pútrido sair... a morte se esvaindo lentamente... silenciosamente...
E o mundo então se silenciaria e tudo voltaria ao equilíbrio.
[Ah, se não fosse o refreamento da minha educação cristã...]
E o mundo então se silenciaria e tudo voltaria ao equilíbrio.
[Ah, se não fosse o refreamento da minha educação cristã...]
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